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24/10/2019 ás 18h24

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Ji-Paraná / RO

Aneel precisa barrar outros abusos da Energisa, diz senador Acir Gurgacz
O senador salientou vai continuar exigindo que essa empresa melhore os serviços e o atendimento, e faça os investimentos previstos na expansão e melhoria da rede de distribuição de energia “Se isso não ocorrer teremos que tomar medidas mais drásticas, com
Aneel precisa barrar outros abusos da Energisa, diz senador Acir Gurgacz
Plenário do Senado Federal durante sessão não deliberativa. Em discurso, à tribuna, senador Acir Gurgacz (PDT-RO). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Ao comentar a negativa ao pedido de aumento da tarifa de energia elétrica de Rondônia e Acre, feito pela Energisa, o senador Acir Gurgacz disse que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisa barrar também outros abusos cometido pela empresa, como os desligamentos sem respaldo legal, a cobrança indevida, os frequentes apagões e a falta de investimentos na modernização e ampliação na rede de distribuição.


“Fico contente que os diretores da ANEEL tenham analisado com bom senso e base técnica esse pedido de reajuste na tarifa de energia, o que seria mais um abuso contra nossa população, contra nossas empresas e contra nossa economia”, frisou Gurgacz.


O senador salientou vai continuar exigindo que essa empresa melhore os serviços e o atendimento, e faça os investimentos previstos na expansão e melhoria da rede de distribuição de energia “Se isso não ocorrer teremos que tomar medidas mais drásticas, como solicitar à Aneel o rompimento do contrato, visto que a Energisa não cumprindo diversos itens do contrato de privatização”, disse Gurgacz.


O senador destacou ainda outras irregularidades reveladas pela CPI da ENERGISA, em andamento na Assembleia Legislativa de Rondônia.


O primeiro deles é que o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) tem assinado com a concessionária de energia elétrica um contrato de prestação de serviços, e não um termo de cooperação técnica, o que é contra a lei.


Não bastasse isso, o IPEM tem devolvido à concessionária de energia os relógios que marcam até 40% a mais do que o consumo real, mas não é enviada cópia do laudo ao consumidor, que poderia reclamar a cobrança adicional. “Isso é um crime e precisa ser melhor investigado para que, de posse das provas, os responsáveis sejam punidos”, frisou Gurgacz.


 

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