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24/01/2020 ás 16h51 - atualizada em 24/01/2020 ás 17h05

Redacao

Ji-Paraná / RO

OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE JI-PARANÁ TERÁ INICIO EM FEVEREIRO
A obra terá uma extensão de cerca de 400 quilômetros de ruas, alcançando milhares domicílios.
OBRAS DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE JI-PARANÁ TERÁ INICIO EM FEVEREIRO

As obras para implantação do Esgotamento Sanitário de Ji-Paraná terão início já neste mês de fevereiro.


O trabalho de campo será iniciado pelo bairro Boa Esperança, segundo distrito da cidade.


A informação foi confirmada na manhã de hoje (24) ao Prefeito Marcito Pinto (PDT), pelo engenheiro André Gaspar, gerente do consórcio responsável pelas obras e por Gilson Castro Moraes, gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).


O consórcio das construtoras AGaspar e Proaqua já está com a equipe formada e com todos os materiais comprados e em estoque para os serviços. A obra terá uma extensão de cerca de 400 quilômetros de ruas, alcançando milhares domicílios.


Os investimentos preveem ainda a construção de estações de tratamento de efluentes (ETE), estações de bombeamento e oito lagoas para contenção de dejetos, sendo quatro lagoas anaeróbias e quatro aeróbias, responsáveis pelo tratamento e purificação do esgoto, responsáveis pela devolução da água ao leito do rio Machado em nível de pureza aceitável pelos organismos ambientais.


O prefeito Marcito Pinto agradeceu a parceria com o Governo do Estado, especialmente ao Governador Marcos Rocha, e ressaltou que o esgotamento sanitário é uma obra essencial para a cidade, já que apenas 5% dos municípios brasileiro possuem tratamento de esgoto. “A implantação deste serviço vai trazer benefícios diretos à nossa população.


Com essa obra, Ji-Paraná estará entrando neste seleto grupo de cidades que usufruem dos benefícios de se ter o esgoto tratado, reduzindo inúmeras doenças que são causadas devido a contaminação da água”, ressaltou. Marcito elencou ainda outros benefícios diretos que serão abrangidos com a implantação deste sistema, como a redução dos gastos públicos com o tratamento de doenças no hospital e nos postos de saúde, preservação dos recursos hídricos e até valorização dos imóveis urbanos.


A obra será realizada através de recursos federais, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), no valor de R$ 150 milhões, e irá beneficiar cerca 80% da população.


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