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28/02/2019 ás 15h54 - atualizada em 28/02/2019 ás 16h03

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Ji-Paraná / RO

Tite deixa Seleção aberta para a Copa América e diz que Vinicius Jr.:
Com apenas 11 remanescentes da Copa do Mundo, técnico diz que lista para o próximo torneio pode sofrer alterações
Tite deixa Seleção aberta para a Copa América e diz que Vinicius Jr.:

Dos 23 jogadores convocados por Tite para os amistosos da seleção brasileira contra Panamá e República Tcheca, em março, apenas 11 estavam na Copa do Mundo do ano passado. Na última lista antes da que irá à Copa América, quem esperava um grupo mais consolidado se deparou com novidades. A principal delas, o atacante Vinicius Junior, do Real Madrid.


– O pessoal (da comissão técnica) comenta que ele tem duas marchas a mais. O torque, a mudança de direção mantendo aceleração e força, são impressionantes. E quando ele está enfrentando o adversário começa a correr para trás. Não quer enfrentá-lo. Com a habilidade que ele tem, o tempo vai permitir que ele desenvolva técnica de finalização e outros aspectos – disse Tite.


O treinador deixou aberta a possibilidade de retorno de veteranos, como Fernandinho – machucado no Manchester City –, Renato Augusto, Willian e Marcelo. Tite deixou claro que, ao contrário do que fez antes da Copa do Mundo, quer aproveitar completamente os amistosos para dar mais oportunidades a novos jogadores antes da Copa América.


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Quando eu assumi a seleção brasileira (em agosto de 2016), precisávamos produzir bem e ganhar, e buscamos uma classificação. Passada essa etapa já tinha a Copa do Mundo. Isso restringiu o número de oportunidades a outros atletas. Agora há um tempo maior para oportunizar, então por que não usar? Aprenda com uma situação passada e oportunize um número maior de atletas para só fechar ali na frente – afirmou, em relação à lista da Copa América, que será divulgada em maio.


Vinicius Junior - Se nós retrocedêssemos à última convocação, ele não estaria. Mas a ascensão, a confirmação, a afirmação, numa equipe com exigência técnica e emocional muito alta, o credenciaram. Ele tem 26 jogos, isso é considerável. É uma análise de quantidade e qualidade. Eu quero, apesar do pouco tempo, também proporcionar evolução e afirmação a ele.


 Muita calma para não criar expectativa em demasia e depois frustrar. Não acredito em pular etapas, mas acredito que alguns atletas têm condição de apressar etapas de maturidade. Ele precisa de alguns aspectos mais, mas vamos participá-lo, senti-lo, sentir o vestiário, o peso de vestir uma camisa amarela. Ele é agudo, vertical, externo, aberto, jogador de flanco, de finta, do lance pessoal, de um contra um, de atacar espaço.


Felipe Anderson – É meia-atacante, um jogador que vem jogar de fora para dentro, numa função central, com naturalidade. Ele empresta essas características ao sistema e tem oito gols na Premier League.


Everton – É um jogador agudo, dá gol, assistência, mas também de articulação e jogo apoiado. A escola Grêmio de futebol é de jogo combinado, de triangulações.


Richarlison - Tem possibilidade de utilização nos três setores do ataque. Se for para ter um externo mais aberto, ele pode executar do lado direito. Do lado esquerdo, vai ser com presença de área para uma jogada construída do outro lado, com poder de finalização. Ele tem 10 gols no campeonato mais difícil. O Richarlison também ataca espaço. Quando o time está com a bola num setor mais atrasado, ele vira de costas para receber a bola de fundo. Ele quer gol, não quer tabelar.


Militão - Tem 25 jogos como zagueiro. Está se afirmando e é nossa função preparar agora atletas importantes para a Copa do Mundo de 2022. Não está fechada a situação da Copa América, reitero, mas trabalhar com novos valores sim. Ele está inserido como zagueiro para a Copa do Mundo. Eu prefiro como zagueiro (do que lateral-direito). Ele vai ser um lateral muito base, terá dificuldade na última parte do campo. Tal qual o Rogério Ceni o lançou (no São Paulo) por uma necessidade, mas ele também fez sua base como zagueiro. 


Daniel Alves - Eu quero tê-lo próximo, ele disputou 13 dos últimos 14 jogos do PSG. Há um aspecto técnico-tático. Ele vem jogando como ala, por vezes como externo. Nós conversamos com ele e quero vê-lo na função de lateral. Agora ele estará mais próximo para termos essa real avaliação do momento, não de sua qualidade. Ele é um líder muito importante, tem capacidade de liderança de expressão anímica, de comportamento, de falar muito forte.


Paquetá – Foi utilizado como um articulador com o Barbieri e com o Dorival Junior, afora uma situação inicial de centroavante, eventual. Ou tendo Arão e ele mais solto, com o Dorival, ou com Barbieri para ter dois articuladores que alternavam saída quando jogava com Diego. Ele joga muito nas duas.


FONTE: G1

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