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Política

15/06/2019 ás 19h13

Redacao

Ji-Paraná / RO

Senador Confúcio e deputado Jhony Paixão reivindicam a continuidade das obras paralisadas do programa “Minha Casa, Minha Vida”
“Alguns residenciais administrados pelo Banco do Brasil estão incompletos. Tem uma parte pronta, e uma parte parada. Agimos para resolver esses impasses”, afirma Confúcio.
Senador Confúcio e deputado Jhony Paixão reivindicam a continuidade das obras paralisadas do programa “Minha Casa, Minha Vida”

O senador Confúcio Moura (MDB) e o deputado estadual Jhony Paixão (PRB) estiveram nessa quarta-feira (12), no Ministério de Desenvolvimento Regional, em audiência com o Secretário Nacional de Habitação, Celso Matsuda. Os parlamentares foram cobrar a entrega de 1.952 unidades habitacionais de beneficiários do programa “Minha Casa, Minha Vida”, especialmente em Porto Velho e Ji-Paraná, que estão com as obras paradas ou atrasadas.


 


“Alguns residenciais administrados pelo Banco do Brasil estão incompletos. Tem uma parte pronta, e uma parte parada. E com isso, as empresas abandonam as obras. A população está sem expectativa, sem esperança de receber o imóvel. Agimos para resolver esses impasses”, afirma Confúcio.


 


Em Porto Velho, no Residencial Orgulho da Madeira, foram realizados os sorteios dos endereços e a vistoria pelos beneficiários. Falta a geração e o envio dos contratos para assinaturas de 496 unidades. Enquanto isso, no Residencial Morar Melhor II, em Ji-Paraná, a construtora Casa Alta abandonou a obra por falta de pagamento. Segundo informações da Superintendência do Banco do Brasil, no mês de abril houve a liberação de recursos pelo Governo Federal, e a retomada da obra deve ocorrer em breve. Caso ocorra, há a possibilidade de uma entrega parcial de 720 unidades no segundo semestre de 2019.


 


É uma celeuma que se estende por alguns anos. Mas vimos agora uma luz no fim do túnel, haja vista que nosso senador Confúcio também está empenhado na missão. Vamos buscar uma solução para que estas pessoas saiam do aluguel. Pessoas carentes, que muitas vezes moram de favor na casa de amigos ou parentes. Foram sorteados há quase dois anos e, pela ingerência do Banco do Brasil, o empreendimento ainda não for entregue”, desabafa Jhony.


 


Assessoria de Comunicação


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